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Apr. 29th, 2010

o blog do gec está em novo endereço

Acesse:

https://blog.ufba.br/educacoes/

Apr. 7th, 2010

A tela Global: mídias culturais e cinema na era hipermoderna

Reflexões do Grupo de Estudos sobre Linguiagem dos Audivsuais do GEC sobre o livro A tela Global: mídias culturais e cinema na era hipermoderna de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy.

 

Antes mesmo da discussão do texto propriamente dito, foram suscitadas algumas questões a respeito do “ponto de corte inicial” estabelecido pelos autores para proceder com a divisão das épocas que consistiria a historia do cinema, especialmente quanto ao seu inicio. A nossa questão era: Porque os autores não tomaram como “ponto de corte inicial” o começo em 1895 do cinema com a primeira projeção pública? No momento em que levantamos essa questão, houve uma inserção da abordagem de Giba Assis Brasil através do artigo “Politizando a tecnologia e a feitura do cinema” do livro para “Além das redes de colaboração”, o qual traça paralelo entre a invenção do kineskópio por Thomas Edson e do Cinematógrafo pelos irmãos Lumiere, com os respectivos desdobramentos ligados às seus aspectos intrínsecos:  fechada e privada no primeiro caso; aberta e pública no segundo, e o conseqüente sucesso deste último modelo.

Depois desse parêntese, demos, enfim, inicio à leitura do tópico “As quatro idades do cinema” constante  da introdução do livro base do nosso grupo de estudo. A partir de então, ficou mais claro para o grupo o critério utilizado pelos autores no estabelecimento da primeira fase, que foi localizada temporalmente não nas projeções “técnico-documentais”(termo nosso) dos primeiros cinematógrafos dos irmãos Lumiere no final do século XIX, mas a partir da segunda década do século XX, período em que o cinema se configura mais propriamente como arte, através da consolidação de produções ficcionais tais como Intolerância de Griffith [1916] ou A morte cansada[1921] de Fritz Lang.

Uma vez estabelecido o recorte histórico inicial, a partir do qual os autores definem as épocas do cinema, voltamos nossas atenções para as características de cada fase.

1ªFase. (modernidade primitiva-1916/1927): O período do cinema mudo; busca do estatuto de arte, tomando como referencia o teatro; expressividade dos atores, marcadas por mímicas hipertrofiadas e maquiagens exageradas; a figura do Star já começa a se destacar, exemplos, Greta Garbo e Marlene Dietrich.

2ªFase. (modernidade clássica-1930/1950): Introdução de várias novidades técnicas: cinema falado e mais tarde introdução da cor e telas panorâmicas; a ascensão de Hollywood: idade de ouro dos estúdios; papel quase nulo do diretor e onipresentes das produtoras; filmes presos às estruturas rígidas do roteiro; cinema enquanto principal meio de entretenimento; consolidação da figura dos stars; amores dessexualizados, linguagem literal dos atores e sistema narrativo de fácil assimilação.

3ªfase. (modernidade modernista e emancipadora-1950/1970): Independência dos criadores em relação aos grandes estúdios; O cinema de autoria; narrativas fragmentadas; As Nouvelle Vagues; linguagem contestatória; liberdade em relação ao roteiro; filmagens nas ruas; ruptura do cânon de montagem; esmaecimento da figura dos Stars em favor dos atores iniciantes ou não profissionais, não obstante ainda a forte presença de Brigitte Bardot e James Dean, por exemplo; juventude e a explosão do corpo e do sexo; valores mais ligados à individualidade dentro das sociedades de consumo e suas exaltações e críticas.

4ªfase. (hipercinema-1980/...): Inovações não mais localizadas no cinema, mas em todas as dimensões possíveis de cima para baixo, da criação à promoção até a difusão e consumo; dinâmica de individuação e globalização acompanhada pelas telas e através delas; configuração do cinema hipermoderno.

Depois desta leitura nos detemos na discussão do conceito de hipercinema, que envolve toda quarta fase. Nesta discussão, interpretamos este conceito como sendo a presença massiva da linguagem diluída do cinema no cotidiano das pessoas através das várias telas que se nos apresenta, apresentando nossos contextos locais de ação em dimensão globais. A discussão deste conceito correu junto com a dimensão social caracterizado pelo autor como galáxia cinema,  termo que nos remeteu às leituras de Marshall Mcluhan e seu termo correlato galáxia Gutenberg, que é um termo que marca as características da sociedade moderna, configurada toda ela pela tipografia e a cultura das letras. Ao passo que o termo usado pelos autores do livro em questão se refere a uma perspectiva em que a cultura contemporânea global é atravessada e plasmada pelas telas.

Algumas das questões que foram retomadas e largamente discutidas através do texto por nós, referem-se ao papel da figura do ator enquanto star, nas primeiras duas fases da historia do cinema e de seu posterior esmaecimento, por um lado; e por outro, a ascensão da figura do diretor na terceira fase. Falamos dessa característica típica advinda de algumas correntes de produções cinematográficas advinda da Europa, notadamente o movimento da Novelle Vague, iniciada por Truffaut e Godard, e de sua posterior influencia inclusive no cinema hollywoodiano dos anos 70, no movimento conhecido como Nova Hollywood. Discutimos como isso contribui esteticamente e sociologicamente para antecipar o inicio de uma nova fase na história do cinema mundial, enquanto chance positiva para configuração de um cinema mais acessível para consumo e produção, voltado para o questionamento de antigos valores rígidos presentes nas fases anteriores, tanto no  aspecto técnico quanto de  linguagem,  proporcionando a intensificação dos usos mais livres dessa mídia, favorecida também pelos avanços tecnológicos próprios de nossa época, e suas atuais reconfigurações,  constituindo propriamente aquilo que o autor define como hipercinema.

 

Postado por Washington do Grupo de Estudos sobre linguagem dos audiovisuais, composto ainda por Darlene, Fernando, Raquel e Michel

Mar. 30th, 2010

MVMob chega a escolas de Salvador

 

O Projeto Minha Vida Mobile (MVMob), criado pelo mineiro  Wagner Merije, chega a 20 escolas baianas de sete municípios.  A informação que destaco em Meu Tanebits é a abertura do projeto às 8 horas desta quarta-feira (31/03), na Escola  Municipal Dona Arlete Magalhães, no bairro de Castelo Branco.

O projeto oferecerá durante todo o dia para 40 alunos entre 15 e 17 anos, aulas de fotografia, áudio e video, visando capacitá-los a usar criativamente o celular no dia-a-dia escolar. O objetivo dos organizadores é incentivá-los a apropriar as novas tecnologias e desenvolver habilidades e capacidades tais como interpretação, síntese, criticidade, criatividade, análise, além de incentivar o interesse pela pesquisa e pela construção de linguagens artísticas. O resultado dos trabalhos produzidos, têm espaço no site do projeto:  www.mvmob.com.br. O projeto é patrocinado pela Vivo e na Bahia ganhou apoio do Fazcultura.


By: Rosa Meire

Mar. 29th, 2010

Salvar Salvador!

Salvar Salvador! este foi o tema da última aula de Polêmicas contemprâneas, que contou com a presença dos convidados Clímaco Dias, professor do IGEO/UFBA, e de Lourenço Müller, arquiteto. A aula foi transmitida pela RádioFacedWeb, teve também o chat em paralelo (no blog da rádio), twitter, Nelson Pretto participando pelo Skype, direto de Fortaleza, além da fantástica presença dos 40 alunos, tudo para colocar mais polêmica na discussão!

Loureço Müller trouxe aspectos interessantes da ciberube, grande Salvador, que se extende para além do espaço físico...

Clímaco Dias, que tem Salvador como sua cidade de escolha, veio comentando aspectos desta cidade, como as "redes" que se estabelecem, que mais parecem reforçar as hierarquias dentro da cidade e dela nas suas relações com outros espaços de poder.

O carnaval e o pagode (e outras expressões cultura-mercado-turismo-vivência de cidade) foi um dos pontos que transpassou a discussão em vários outros momentos. O planejamento urbano foi outro aspecto que demonstra a urgência de discussões.

Na próxima semana teremos novas polêmicas! Vale a pena conferir, acompanhar, polemizar! Fale você de qual lugar que for!

Por Adriane

Grupo de estudo de Linguagem dos Audiovisuais

Este é um resumo de nossa leitura da introdução da obra A tela Global: mídias culturais e cinema na era hipermoderna de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy.

Segundo os autores, quando o cinema surgi ele revoluciona a forma de ver o mundo, através de sua grande tela luminosa em uma sala escura. Um mundo construído por imagens em quadros, e cenas teatrais, é reconstruído em uma tela que surpreende com o movimento.

Até a década de 50 a tela do cinema fora a hegemônica. Porém, a partir daí muitas outras telas vão se incorporar ao cotidiano das pessoas: a televisão, a tela do computador, do celular, que são ainda atravessadas pela estética cinematográfica a qual contribui para construção de sentidos dessas práticas midiáticas.      

A imagem-movimento do cinema não se limita a exibição em grandes salas, mas tem cada vez mais adentrado os mais variados espaços da ecranosfera, ou seja, a esfera ou o mundo das telas. A tela particularizada entre quatro paredes determinada espacialmente e temporalmente ganha um movimento ainda maior, perscruta todos os ambientes a qualquer hora com liberdade, e se prolifera de maneira endêmica.   

A obra define quatro momentos importantes para o cinema, chamados de idades, que se inicia com o surgimento do cinema e vai até os dias atuais com suas ultimas transformações. A primeira dessas idades é chamada de modernidade primitiva e corresponde ao cinema mudo, ainda muito teatral e mímico, com pequenas comédias e dramas, é nesse período que o cinema busca para si o estatuto de arte. Em seguida, temos a modernidade clássica, indo dos anos 1930 a 1950, marcada pela produção em estúdio, pela introdução da fala e da cor, e de roteiros rígidos e narrativas simples, assinalado por grandes nomes e estrelas. A modernidade modernista e emancipadora é a fase em que surge o cinema do diretor, mais denso, nos textos, com temas diversos e polêmicos, e leves, pela naturalidade dos atores, pelas filmagens nas ruas, com ou sem roteiro; esse cinema se espalha em diversas correntes pelo mundo, dentre os anos de 1950 a 1970. E o quarto momento é o do cinema na era hipermoderna.

Os autores afirmam que esse último momento do cinema se confunde com a época da tela global, a qual não o marginalizará. Pois, o fato de outras telas estarem à disposição das pessoas não faz com que a grande tela seja esquecida, pois o cinema passa por processos em que se reinventa. Justamente por que nos apropriamos dessa linguagem de tal maneira que criamos em nós mesmos um olhar cinematográfico, que faz com que cada vez mais desejemos registar digitalmente a vida, filmando através de pequenas filmadoras ou através dos celulares.

Os autores se propõem a defender a existência de um neocinema, global, fragmentado, multiculturalista e pluri-identitário, marcado pela globalização econômica. E se propõem a responder a questões que formulam nessa introdução: sobre as mutações culturais e democráticas, as possíveis formas de expressão artísticas introduzidas pela proliferação das telas e das mídias culturais. Serão também esses objetos que nos debruçaremos em diálogo no grupo de estudo de linguagens dos audiovisuais.

Postado por Fernando Barros, faz parte também do grupo, Darlene, Raquel e Washington.

Mar. 28th, 2010

Ronda virtual no Rio de Janeiro contra práticas criminosas no orkut


Práticas criminosas no orkut estão dando trabalho à Delegacia de Repressão aos Crimes contra Informática (DRCI), no Rio de Janeiro, que vem realizando rondas virtuais diárias na internet para rastrear páginas de conteúdo delituoso. É o que demonstra a reportagem de Evelyn Soares publicada no Jornal do Brasil (27.03), que destaco em post em Meu Tanebits. Das mais de mil queixas registradas na delegacia  em 2009 - 776 tinham relação direta com o orkut.

Os delitos denunciados vão desde pedofilia, injúria, difamação e presença de perfis de facções criminosas. A matéria relata ser comum encontrar perfis e comunidades com conteúdo agressivo, que remetem à criminalidade. Vale conferir!

Por: Rosa Meire

Mar. 20th, 2010

Seminário direitos autorais e direito à educação

Gosto muito da discussão do Prof. Túlio Viana sobre direitos autorais. Vai ai a palestra que ele realizou no Seminário sobre Direitos autorais e direito à educação







Esta postagem também esta no blog de Tulio Viana
Por sule

Mar. 15th, 2010

O uso social do Twitter

Bom texto de André lemos, falando sobre o uso social do twitter... Os avanços, as adaptações, o crescimento desse espaço que tornou-se uma "febre" no Brasil.  Para André Lemos as pessoas, governos e empresas começaram a passar links, informações pessoais, governamentais ou empresariais, breaking news, etc., transformando-a em uma ferramenta mais séria do que teria sido pensada pelos seus idealizadores. Hoje o Twitter é incontornável, utilizado para reforço social e comunitário, como forma de denúncia política (como recentemente no Irã) ou de ajuda humanitária (nos terremotos do Haiti e do Chile), para a circulação de informações acadêmicas, propaganda governamental e/ou empresarial, como extensão de empresas de informação, etc. Os usos são inúmeros e variados.

(leia mais...) Por Sule
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Mar. 8th, 2010

Entrevista sobre redes sociais da internet e educação

Esse foi o tema abordado por Camila Santana, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Educação, FACED/UFBA e membro do GEC. Temas como interação, o interesse dos jovens em particpar do orkut e Facebook, a atuação da escola nesse contexto, entre outros foram abordados nesta entrevista... Vale a pena dar uma lida na reportagem...(Leia mais)

Jan. 20th, 2010

Bruno e Luciana na mesa de abertura do I Encontro de Formação em Comunicação Comunitária

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